Diga olá para o Ares Nebula!

Por Oliver Hautsch
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008



Vem aí o sucessor de um dos programas de compartilhamento mais populares.

A semelhança do nome “Ares Nebula” com “Ares Galaxy” não é mera coincidência: Ares Nebula será o nome da terceira versão do Ares Galaxy. Finalmente os usuários de um dos maiores programas de compartilhamento de arquivos terão à mão uma novidade que deixará a todos de cabelo em pé.

Se você é fã do Ares Galaxy e pensava que o programa estava prestes a morrer, devido ao aparente abandono dos desenvolvedores, fique tranqüilo. A rede Ares Galaxy não só vai sobreviver, como terá um software com muito mais recursos. Dentre eles você verá funcionalidades como a busca de arquivos em várias redes diferentes, como Kad, eMule, BitTorrent e outras. Leia até o fim e fique maravilhado com as várias possibilidades que o programa trará.

Veloz, leve e portátil

Veloz, leve e portátil.O Ares sempre foi um programa leve, de instalação rápida e que consumia poucos recursos do sistema. Mesmo assim, os desenvolvedores revisaram todo o código do programa e deixaram o Ares Nebula mais leve e mais rápido, mesmo com a presença de várias novas funções, fazendo com que a nova versão raramente passe dos 3 MB de RAM utilizados. Não bastasse isso, a terceira versão do Ares não necessitará de instalação, o que o torna totalmente portátil, o que o alinha às tendências atuais dos programas que estão sendo lançados. Quem gostaria de carregar seu compartilhador de arquivos no pendrive, já deve estar salivando.

Várias redes em um só programa

Aqueles que não dispensam o uso do eMule ou preferem baixar seus arquivos via torrent, poderão abandonar a utilização de vários programas, um para cada rede. O Ares Nebula dispensará a necessidade de ter um programa instalado para cada rede diferente. Será possível fazer o download a partir das redes eMule, Kad, Torrent e Pando (que ainda é pouco utilizada por brasileiros).

Várias redes em um só programa.Mas o que realmente faz do novo Ares um mega programa de download é o seu suporte a sites de compartilhamento online, como RapidShare e Megaupload, sites de vídeos, como o YouTube e mais de 30 outros serviços e também o download direto através do link do arquivo. Ou seja, a terceira versão do Ares tem a ambição de dispensar qualquer outro programa de download. Prefere ouvir músicas via streaming? Sem problemas! O Ares será compatível com o serviço Last.fm, o que elimina mais um software do seu computador.

Busca integrada

Nenhum programa até hoje foi capaz de fazer o download de um mesmo arquivo a partir de redes diferentes. Ao menos nenhum fez isso de forma satisfatória. Pois o Ares Nebula terá um sistema de pesquisa que fará a comparação do hash dos arquivos para verificar se eles realmente são idênticos, mesmo que seu nome não seja exatamente igual. Para quem não sabe, hash é a identificação única de um arquivo. Em síntese, você não precisará mais fazer uma busca para cada rede diferente, pois o Ares se encarregará disso. Bastará você digitar o que procura para que todas as redes disponíveis sejam pesquisadas.

Busca integrada.Logicamente, nos primeiros dias depois do lançamento do Ares Nebula, essa tecnologia — também chamada de InterSharing — a qualidade e a velocidade dessa funcionalidade não chegarão à sua capacidade máxima, visto que há a necessidade de que o sistema seja treinado para que chegue à perfeição. Porém, dentro de pouco tempo espera-se que não haja qualquer tipo de problema no download de arquivos a partir de várias redes.

Pensa que acabou? O Ares Nebula poderá fazer pesquisas não só de arquivos “baixáveis”, mas também em redes sociais, desde que você tenhas cadastro em um dentre as dezenas de serviços compatíveis com o programa. Quer encontrar seu amigo sem abrir seu navegador? Utilize o Ares e encontre-o buscando em todas as redes ao mesmo tempo.

Possibilidades extraordinárias

Possibilidades extraordinárias.Um dos fatores que confere ao Ares Nebula a qualidade “impressionante” é o recurso chamado WhatIHear (WIH – ou “o que eu ouço”). Similar ao serviço Midomi, o WIH é destinado àqueles que não lembram ou têm poucas informações sobre a música desejada. Bastará que você ligue seu microfone e cante parte da melodia, para que o Ares compare o que você cantou com a base de dados e encontre a música que você quer. Se você não lembra como cantar, ou se não se acha suficientemente afinado, bastará digitar no campo de pesquisa algo como “música do comercial de margarina”, para que o programa encontre todas as canções que já foram utilizadas no comercial da marca de margarina que você digitou.

Não bastasse esse inacreditável recurso, o programa ainda corrige possíveis erros de pronúncia. Assim, se você quer baixar uma música de uma banda alemã e não sabe muito bem como falar o título, o Ares consertará seus erros de pronúncia e fará a pesquisa pela música certa.

Um programa que aprende

A cada novo recurso descoberto, você ficará mais maravilhado. O Ares Nebula será capaz de aprender os seus gostos e avisá-lo caso você esteja fazendo o download de arquivos que não correspondem àquilo que você costuma baixar e ouvir. Isso é possível através da análise permanente dos seus downloads. Depois de pouco tempo de utilização, o Ares será perfeitamente capaz de dizer qual tipo de música é do seu gosto e alertará se você estiver baixando algo que não vai gostar.

Aprender os gostos do usuário não é algo tão novo, já que existem vários programas capazes de fazer isso. Porém, nenhum oferece o recurso de downloads adiantados. Você provavelmente pensou “Hã?”. Nós explicamos: depois de estudar quais são seus estilos preferidos, o Ares poderá procurar arquivos e fazer o download antes mesmo de você mandar. Logicamente isso será feito quando você não estiver usando o PC, para que o programa não atrapalhe.

Um programa que aprende.Satisfeito? As novidades não acabaram. Em certas ocasiões, o Ares poderá verificar se você está utilizando o computador e decidir tomar todo o controle de si mesmo para fazer os downloads. Assustador? Pode ser, mas também é um grande avanço na tecnologia e o primeiro passo para o domínio das máquinas sobre o homem (risada tenebrosa).

Falando sério: não há como o Ares se tornar autônomo e estragar o seu computador (como nos filmes de ficção científica), ou transformar os cabos em pernas e braços para atacar os usuários, pois ele não foi programado para isso. Pelo contrário, ele foi desenhado com códigos que o proíbem da fazer o download de arquivos nocivos ao computador ou tome qualquer procedimento que o ponha em risco.

Dispositivos

DispositivosNão adiantaria ter tantos recursos se eles fossem limitados. O Ares Nebula será compatível com praticamente todos os dispositivos móveis disponíveis, como por exemplo MP3 players, seu PSP ou celular. Ele fará até a conversão de arquivos para os formatos adequados, quando necessário. A conexão com os dispositivos poderá ser feita através de Bluetooth, infravermelho ou USB. Você poderá até criar os seus ringtones personalizados diretamente da interface do Ares.

Quem não sai de casa sem mudar as músicas presentes no MP3 player vai adorar a funcionalidade de downloads adiantados, que foi mencionada há pouco. Ela transfere automaticamente as músicas para o seu MP3 player, incluindo a pontuação que você deu a cada uma (caso o seu dispositivo suporte esse recurso). Você poderá ter a certeza de que somente serão transferidas músicas que realmente sejam do seu gosto.

Segurança

Segurança.Uma das principais preocupações quando se fala em P2P, ou qualquer outro tipo de compartilhamento de arquivos, é a segurança. Vírus são ameaças constantes em todas as redes e infestam os resultados de suas buscas, disfarçando-se de arquivos reais. O Ares Nebula virá com um antivírus embutido, para que nenhum arquivo nocivo seja baixado acidentalmente. Além disso, toda e qualquer comunicação entre os usuários do serviço será criptografada com uma chave de 2048 bits, o que torna praticamente impossível que os dados sejam decodificados por quem não deveria ter acesso a eles.

Lançamento

O Ares Nebula ainda não está disponível para download nem há uma previsão de lançamento, mas assim que for possível baixá-lo, você o verá aqui no Baixaki. Serão lançadas versões para Windows, Mac e Linux.


Fonte: Baixaki

NX Zero - 62 Mil Horas Até Aqui ( 2008 )[DVD]



Este é o primeiro DVD da carreira da banda! Traz registros históricos, performances ao vivo gravadas em estúdio, 17 músicas, e mais, depoimentos dos integrantes contando a história do NX Zero e fotos exclusivas. Imperdível para os fãs!

Qualidade: DVD-R
Tamanho: 4.19 GB

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Fatboy Slim - Incredible Adventures in Brazil (2008)[DVD]


Não é de hoje que Fatboy Slim e Brasil são sinônimos de, ótima música, alto astrale festa garantida…”Incredible Adventures in Brazil” é exatamente isso e muito mais. O filme, Gravado em High Definition, nos leva de volta à inesquecível turnê de um dos DJs mais consagrados do mundo durante o verão de 2007 no Brasil. Acompanhe os melhores momentos da eletrizante experiência sonora com Fatboy Slim em 9 apresentações históricas por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Seguro, Guarapari, Atlândida, Camboriú, Recife e Brasília.

Áudio: Inglês
Tamanho: 4.37 GB
Qualidade: DVD-R


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THE ROLLING STONES, Discografia

BIOGRAFIA

Os Rolling Stones foram uma das mais importantes bandas da história do Rock. Enquanto os Beatles, da mesma época, cantavam a paz e letras de amor, eles pregavam a rebeldia, sexo e diversão.

A banda teve início por volta de 1962, em Dartford, Inglaterra, quando os amigos Mick Jagger e Keith Richards, foram convidados pelo guitarrista Brian Jones a montar uma banda de rhythm & blues, que se chamaria The Rolling Stones (nome tirado da canção "Rolling Stone", de Muddy Waters). O pianista Ian Stewart e Bill Wyman completavam a formação.

Esse line up durou apenas 1 ano: Ian Stewart virou roadie do grupo e Charlie Watts assumiu as baquetas. Começaram a se apresentar em vários clubes londrinos e conseguem o primeiro contrato com a Decca Records. O primeiro single saiu no mesmo ano, e trazia uma regravação da música de Chuck Berry, "Come on", junto com a música "I Want To Be Loved" de Willie Dixon e um cover da dupla Lennon e McCartney, "I Wanna Be Your Man".

O publicitário e empresário dos Stones, Andrew Loog Oldham, começa a associar o nome do grupo ao proibido, ao errado, ganhando assim mais espaço na mídia. Cria a campanha que trazia a pergunta "Você deixaria sua filha se casar com um Rolling Stone?", e ganha de vez o público que não gostava dos Beatles.

O primeiro álbum, chamado "The Rolling Stones", saiu em 1964, e apenas uma das músicas era de autoria de Jagger e Richards. O material escrito pela dupla, só começou a ganhar espaço em "Out Of Our Heads", de 1965.

Mas foi somente no ano seguinte, com "Aftermath", que o grupo iniciaria uma nova fase em sua carreira. É que o álbum foi o primeiro a trazer composições totalmente inéditas. Nessa época, alguns episódios como o do apresentador Ed Sullivan, que jurou que eles nunca retornariam ao seu programa, notas na imprensa condenando as atitudes da banda e a prisão de Jagger por porte de "pílulas ilegais", só serviriam para divulgar o grupo e a aumentar a fama de "incorrigíveis", ostentada por eles.

O sucesso dos Stones crescia a cada álbum: Com a forte influência do psicodelismo em "Their Satanic Majesties Request", de 1967; na volta ao R&B do início da carreira em "Beggars Banquet", de 1968; mantendo o estilo em "Let it Bleed", 1969 e com o ao vivo "Get Your Ya-Ya's Out" de 1970. Nesses dois últimos, Brian Jones já havia sido substituído por Mick Tailor.

Pouco tempo depois, Jones foi encontrado morto, afogado na piscina de sua prória casa. Em 1971, a banda passa para a Atlantic Records. Cria um o selo próprio, o Rolling Stones Records, e o famoso logotipo da boca com a língua pra fora, desenhada por Andy Warhol, que também assinaria a arte de "Sticky Fingers", do mesmo ano.

O álbum duplo "Exile on Main Street" lançado em 1972, chegou a ser considerado uma das melhores gravações da banda e em contrapartida, "Goat's Head Soup", de 1973, foi considerado um dos piores.

Mais um clássico, "It's Only Rock and Roll" foi lançado um ano depois, em 1974, e Ronnie Wood (que tocava com a banda inglesa The Faces) substitui Mick Taylor, que resolveu partir em carreira solo. "Black & Blue" (1976), o ao vivo "Love You Live" (1977), e "Some Girls", de 1978, que foi, até então, o álbum dos Stones com maior vendas, fecham a década de 70 em grande estilo.

Iniciam os anos 80 com "Emotional Rescue" e, em 1981, deixam a a Atlantic Records para fazerem parte do cast da EMI. "Tatoo You", já com a gravadora nova, saiu no mesmo ano e foi um grande sucesso com os hits "Start Me Up" e "Waiting on a Friend".

As turnês tomam proporções gigantescas com shows de aproximadamente 3 horas de duração e super produções de palco. Apesar do sucesso de "Tatto You", a década de 80 foi marcada pelos desentendimentos entre Jagger e Richards e apesar dos álbuns seguintes "Still Life" (1982), "Undercover" (1983), "Dirty Work" (1986) e "Steel Wheels" (1989) não terem agradado o público, os shows continuavam lotados. Os Rolling Stones entram na década de 1990 com um novo contrato, dessa vez com a CBS.

Apesar de os conflitos entre os dois líderes da banda aumentarem, o ao vivo "Flashpoint", de 1991, mostra que eles continuam entrosados e fazendo ótimas performances. Em 1994, foi lançado o álbum "Voodoo Lounge", seguido por uma extensa turnê de mesmo nome. Nessa época, todas as gravações da banda foram relançadas em CD.

O álbum de 1995, "Stripped", trazia versões acústicas de vários sucessos e a regravação "Like a Rolling Stone", de Bob Dylan que fez muito sucesso. "Bridges of Babylon", de 1996, foi seguida de uma turnê mundial das proporções de "Voodoo Lounge", além de uma ponte que ligava dois palcos, que faziam parte do cenário dos shows.

A coletânea dupla "Forty Licks" foi lançada em 2002 e trouxe algumas músicas inéditas como "Keys To Your Love" e "Stealing My Heart". Em 2005, o disco deu nome a um DVD quádruplo com previsão de lançamento para novembro. A caixa especial reúne shows do grupo em Londres, Nova York e Paris, além de um documentário sobre a trajetória dos Rolling Stones. A compilação traz ainda músicas como “Monkey Man”, “Rocks Off”, “Love Train” e “I Can’t Turn You Lose”, que nunca foram gravadas ao vivo.

Apesar de todos os problemas e desavenças pessoais, os Rolling Stones deixaram seu nome marcado pra sempre na história do Rock, atravessando décadas, encantando e atraindo diferentes gerações.

ÁLBUNS DISPONÍVEIS

12 x 5
Ano de lançamento: 1964

America Newest Hit Makers
Ano de lançamento: 1964

England Newest Hit Makers
Ano de lançamento: 1964



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December's Children
Ano de lançamento: 1965

Rolling Stones Now
Ano de lançamento: 1965

Aftermath
Ano de lançamento: 1966



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Their Satanic Majesties Request
Ano de lançamento: 1967

Flowers
Ano de lançamento: 1967

Between the Buttons
Ano de lançamento: 1967



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Beggars Banquet
Ano de lançamento: 1968

Let It Bleed
Ano de lançamento: 1969

Get Yer Ya Ya's Out
Ano de lançamento: 1970



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Sticky Fingers
Ano de lançamento: 1971

Exile on Main Street
Ano de lançamento: 1972

Big Hits and Fazed Cookies
Ano de lançamento: 1972



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Goats Head Soup
Ano de lançamento: 1973

It's Only Rock'n'Roll
Ano de lançamento: 1974

Black and Blue
Ano de lançamento: 1976



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Love You Live
Ano de lançamento: 1977

Some Girls
Ano de lançamento: 1978

Emotional Rescue
Ano de lançamento: 1980



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Tattoo You
Ano de lançamento: 1981

Still Life
Ano de lançamento: 1982

Undercover
Ano de lançamento: 1983



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Dirty Work
Ano de lançamento: 1986

Steel Wheels
Ano de lançamento: 1989

The London Years
Ano de lançamento: 1989

1 - 2



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Flashpoint
Ano de lançamento: 1991

Jump Back
Ano de lançamento: 1993

Voodoo Lounge
Ano de lançamento: 1994



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Stripped
Ano de lançamento: 1995

Rock & Roll Circus
Ano de lançamento: 1996

Bridges To Babylon
Ano de lançamento: 1997



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No Security
Ano de lançamento: 1998

Forty Licks
Ano de lançamento: 2002

1 - 2





Stevie Wonder

Stevie Wonder nasceu no dia 13 de maio de 1950, em Saginaw, Michigan nos Estados Unidos. Ele nasceu prematuro e em decorrência de um problema com o fornecimento de oxigênio na incubadora ele ficou cego.


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Stevie Wonder nasceu no dia 13 de maio de 1950, em Saginaw, Michigan nos Estados Unidos. Ele nasceu prematuro e em decorrência de um problema com o fornecimento de oxigênio na incubadora ele ficou cego. Quatro anos depois, a família mudou-se para Detroit e percebeu o talento musical do menino. Ele começou a cantar na igreja e aprendeu a tocar piano e bateria antes dos nove anos.

Em 1961, quando se apresentava para alguns amigos foi ouvido por Ronnie White, do The Miracle que arrumou uma audição com a gravadora Motown. O prodígio da música conseguiu um contrato naquele mesmo dia e o produtor e compositor Clarence Paul foi o responsável pelo primeiro álbum do cantor que na época, com apenas 12 anos de idade, usava o nome de Little Stevie Wonder.

Em 1962, foram lançados dois discos, “A Tribute to Uncle Ray”, com ‘covers’ do ídolo de Stevie, Ray Charles; e “The Jazz Soul Of Little Stevie”, com acompanhamento de uma orquestra. As vendas não foram muito boas, e a gravadora resolveu lançar um álbum ao vivo, “The 12 Year Old Genius”, em 1963. A música “Fingertips, Pt. 2” foi parar no topo das paradas de R&B e de música Pop e o disco se tornou o primeiro no topo das vendas da Motown.

Nos meses seguintes, Stevie chegou a lançar outros ‘singles’, mas nenhum fez o mesmo sucesso. Ele foi estudar piano em Michigan e, em 1964, voltou ao topo das paradas com “Uptight (Everything’s Alright)”, já sem o “Little” no nome. A música foi co-escrita pelo cantor e mostrou amadurecimento vocal e dois anos depois, ele gravou a canção “Blowin’ In The Wind”, de Bob Dylan, em que ele mostrava pela primeira vez uma preocupação social.

Nos anos seguintes, Stevie produziu diversos hits co-escritos por ele, como “Hey Love”, “I Was Made To Love Her” e “For Once in My Life”. Em 1970, ele gravou a música “Signed, Sealed, Delivered I’m Yours” com a cantora Syreeta Wright, com quem se casou meses depois.

Quando estava preste a completar 21 anos em 1971, Stevie lançou o disco “Where I’m Coming From”, produzido inteiramente por ele. O cantor ainda co-escreveu todas as músicas, algumas delas com a esposa. Naquela época também terminou o contrato com Motown. Ele construiu um estúdio com o dinheiro que ganhou nos últimos anos e, na negociação para o novo contrato com Motown, Stevie conseguiu que todo o controle de suas músicas fosse dele.

O primeiro disco no próprio estúdio saiu em 1972, “Music of My Mind”, com várias canções escritas com Syreeta. Mas logo depois o casamento acabou e eles voltaram a ser amigos, com isso, a carreira deu um novo salto quando Stevie participou de uma turnê com os Rolling Stones e o posto de superstar foi consolidado com o lançamento de “Talking Book”, de onde saíram vários ‘hits’. Entre eles, “You Are The Sunshine Of My Life”, responsável por um dos três Grammy que Stevie ganhou na época.

Em 1973, saiu “Innervisions”, que levou o prêmio de álbum do ano no Grammy e se tornou um sucesso estrondoso. Mas uma tragédia quase termina com toda a alegria de Stevie – ele sofreu um grave acidente de carro, chegou a ficar em coma, mas se recuperou totalmente. Passado o susto, ele voltou em boa forma e com força para deixar clara a postura contra os problemas raciais dos Estados Unidos: saiu do país para dar apoio ao fim do Apartheid na África, onde foi recebido calorosamente por Nelson Mandela.

Stevie produziu inúmeros sucessos e ganhou vários prêmios, mas as vendas eram abaixo do esperado. Foi com “The Woman In Red” que ele voltou ao topo. O disco era a trilha sonora do filme “A Dama de Vermelho”, e o tema “I Just Called to Say I Love You” se tornou o maior sucesso da carreira do músico.

Em 1985, após cinco anos sem lançar nada, saiu “In Square Circle”, impulsionado pela música “Part Time Lover”. Stevie participou ainda da canção “We Are The World” do projeto USA For Africa com vários outros cantores, mesmo assim, os discos foram se distanciando cada vez mais. Em 1987 saiu “Characters” e só em 1991 veio “Jungle Fever”, trilha sonora de um filme de Spike Lee. Quatro anos depois, ele lançou “Conversation Peace”, que desapontou nas vendas.

Stevie voltou apenas para um dueto com Babyface, “How Come, How Long” em 1996. Foram quase dez anos longe do estúdio, em que a Motown lançou apenas compilações especiais do cantor e, em 2004, Stevie Wonder estava de volta com o anúncio de um novo disco, “A Time 2 Love”.

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DISCOGRAFIA

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The Rolling Stones - Bridges To Babylon (1997)

The Rolling Stones - Bridges To Babylon (1997)
01. Flip the Switch
02. Anybody Seen My Baby?
03. Low Down
04. Already Over Me
05. Gunface
06. You Don't Have to Mean it
07. Out of Control
08. Saint of Me
09. Might as Well Get Juiced
10. Always Suffering
11. Too Tight
12. Thief in the Night
13. How Can I Stop?

Parte01

Metalica

Mural de Recados


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